terça-feira, 27 de outubro de 2009
Caminho das pedras
Na comunidade Inovadores Digitais encontrei um Social Media Map muito bacana. Além dele, tem o Search Marketing Map. Clique nos links e se divirta navegando.
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sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Confiança do consumidor atinge maior nível desde maio de 2008, diz FGV
Fonte: Folha Online
Depois de dois meses de acomodação, o ICC (Índice de Confiança do Consumidor) voltou a subir, alcançando o maior nível desde maio de 2008, o que mostra a confiança da população na recuperação da economia brasileira.
Os dados foram divulgados nesta sexta-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas). O índice, composto por cinco quesitos contidos na Sondagem de Expectativas do Consumidor, teve elevação de 2,2% entre setembro e outubro, ao passar de 111,2 para 113,6 pontos, considerando-se dados com ajuste sazonal.
O indicador que mensura a percepção sobre a situação atual subiu 5,6% nesse período, registrando o sexto aumento consecutivo. Já o de expectativas, que mede o otimismo em relação aos meses seguintes, ficou estável.
Entre os quesitos que compõem o ICC, a maior contribuição para o avanço de outubro veio da melhora na avaliação sobre a situação econômica local no momento. Na comparação com a edição anterior da pesquisa, a proporção dos que avaliam a situação atual como boa subiu de 13,0% para 17,9%. Já a dos que a julgam ruim caiu de 32,7% para 28,6%.
A expectativa com relação aos seis meses seguintes também ficou mais favorável em outubro, com a proporção de consumidores prevendo melhora passando de 28,9% para 31,0%. A parcela dos consultados que projeta piora diminuiu de 12,5% para 10,2%.
A sondagem é realizada com base numa amostra de mais de 2.000 domicílios em sete capitais brasileiras. A coleta de dados foi realizada entre 30 de setembro e 20 de outubro.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Qual é o nome?
O Ministério da Educação está realizando uma consulta pública para extinguir as habilitações para os cursos de comunicação social. Dessa forma, estes cursos se tornariam independentes. Em especial, para a graduação de Relações Públicas haverá também uma alteração no nome. Todas as alterações junto ao MEC foram conduzidas pelas professoras e RP's Margarida Kunsch (ECA/USP) e Elisabeth Brandão, convocadas com o objetivo de discutir os novos Referenciais para a área de Comunicação Social.
No blog http://comunicaourp.blogspot.com/, criado pela Beth Brandão, você poderá encontrar uma enquete para votação das 3 denominações do curso: Comunicação Organizacional; Comunicação Organizacional e Relações Públicas ; Relações Públicas.
sábado, 17 de outubro de 2009
Estrategista de Obama conta por que investiu em redes sociais
Izabela Vasconcelos, de São Paulo
O estrategista da campanha presidencial de Barack Obama, Scott Goodstein, sócio-fundador da Catalyst Campaigns e Revolution Messaging, explicou os recursos usados para eleger o democrata, como redes sociais e celular. A palestra "O Efeito Obama" foi realizada em São Paulo, nesta sexta-feira (16/10)
Goodstein apostou no crescimento das redes sociais para impulsionar a campanha de Obama. “A TV sofre queda de audiência, os jornais nos Estados Unidos estão se deteriorando a cada dia. Por isso investimos nas redes sociais”.
A campanha investiu na comunicação em mais de 15 redes sociais diferentes, tanto as conhecidas como as menores, focadas em jovens, latinos, entre outros.
“Quando nós entramos no Twitter, disseram que isso era ridículo, mas a mesma coisa aconteceu com o Facebook e outras redes. Elas não são mais coisas de jovens. Hoje nós temos informações oficiais ali”, afirmou o estrategista.
Uso do celular
Durante o período de campanha, o Iphone não era muito popular nos Estados Unidos, como é hoje. Além disso, o uso de mensagens no país é diferente de como acontece no Brasil. “Nos Estados Unidos custa para quem envia e para quem recebe. Então nós tínhamos o desafio de fazer com que aquilo valesse mesmo, para que eles não apagassem essa mensagem”.
A campanha também tinha outro desafio, o de engajar a população americana, já que, como o voto não é obrigatório, apenas 50% da população vota.
Marcelo Castelo, presidente da F/Biz, participou do debate e enfatizou que no Brasil o celular é uma grande vantagem, pelo grande número de usuários - são 164 milhões de usuários de celular, 20 milhões deles que acessam a internet pelo aparelho, contra 68 milhões de internautas. Além de que hoje as pessoas compram muito mais aparelhos celulares do que TV ou computadores.
“O celular tem as mesmas vantagens da internet e está 24 horas com as pessoas. É extremamente interessante para ser usado em campanhas”. Castelo afirmou que hoje são mais de 50 milhões de usuários opt-in, ou seja, que deram autorização para que a operadora envie mensagens de terceiros. Com isso, a comunicação nas campanhas eleitorais pode ganhar mais espaço.
Apesar do Iphone ter a tecnologia mais avançada, Castelo ressaltou que as empresas devem pensar em aplicativos diferenciados. “Existem apenas 500 mil Iphones no Brasil, então o aplicativo deve ser feito para todos os celulares”.
O executivo ainda alertou para um fato: “Hoje 94% das grandes empresas brasileiras ainda não possuem versão de site móvel”, concluiu.
Fonte: Comunnique-se
O estrategista da campanha presidencial de Barack Obama, Scott Goodstein, sócio-fundador da Catalyst Campaigns e Revolution Messaging, explicou os recursos usados para eleger o democrata, como redes sociais e celular. A palestra "O Efeito Obama" foi realizada em São Paulo, nesta sexta-feira (16/10)
Goodstein apostou no crescimento das redes sociais para impulsionar a campanha de Obama. “A TV sofre queda de audiência, os jornais nos Estados Unidos estão se deteriorando a cada dia. Por isso investimos nas redes sociais”.
A campanha investiu na comunicação em mais de 15 redes sociais diferentes, tanto as conhecidas como as menores, focadas em jovens, latinos, entre outros.
“Quando nós entramos no Twitter, disseram que isso era ridículo, mas a mesma coisa aconteceu com o Facebook e outras redes. Elas não são mais coisas de jovens. Hoje nós temos informações oficiais ali”, afirmou o estrategista.
Uso do celular
Durante o período de campanha, o Iphone não era muito popular nos Estados Unidos, como é hoje. Além disso, o uso de mensagens no país é diferente de como acontece no Brasil. “Nos Estados Unidos custa para quem envia e para quem recebe. Então nós tínhamos o desafio de fazer com que aquilo valesse mesmo, para que eles não apagassem essa mensagem”.
A campanha também tinha outro desafio, o de engajar a população americana, já que, como o voto não é obrigatório, apenas 50% da população vota.
Marcelo Castelo, presidente da F/Biz, participou do debate e enfatizou que no Brasil o celular é uma grande vantagem, pelo grande número de usuários - são 164 milhões de usuários de celular, 20 milhões deles que acessam a internet pelo aparelho, contra 68 milhões de internautas. Além de que hoje as pessoas compram muito mais aparelhos celulares do que TV ou computadores.
“O celular tem as mesmas vantagens da internet e está 24 horas com as pessoas. É extremamente interessante para ser usado em campanhas”. Castelo afirmou que hoje são mais de 50 milhões de usuários opt-in, ou seja, que deram autorização para que a operadora envie mensagens de terceiros. Com isso, a comunicação nas campanhas eleitorais pode ganhar mais espaço.
Apesar do Iphone ter a tecnologia mais avançada, Castelo ressaltou que as empresas devem pensar em aplicativos diferenciados. “Existem apenas 500 mil Iphones no Brasil, então o aplicativo deve ser feito para todos os celulares”.
O executivo ainda alertou para um fato: “Hoje 94% das grandes empresas brasileiras ainda não possuem versão de site móvel”, concluiu.
Fonte: Comunnique-se
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terça-feira, 13 de outubro de 2009
Rede de relacionamentos evangélica
O grupo Meetic, detentor da marca ParPerfeito, acaba de lançar a rede de relacionamentos Divino Amor, voltada a evangélicos.
De olho nos 26 milhões de brasileiros que fazem parte de alguma divisão evangélica, o site cobrará pela troca de mensagens entre usuários. Apenas o cadastro do perfil será gratuito.
Usuários do Divino Amor não podem procurar por parceiros do mesmo sexo ou por pessoas casadas, além disso as pessoas de cada “grupo” evangélico são diferenciadas.
“Dentro do público evangélico, há uma série de denominações. As pessoas gostam de se relacionar com gente da sua própria denominação, então, quem é da Assembléia de Deus vai se relacionar com pessoa da Assembléia de Deus, e assim por diante”, afirmou o presidente do grupo Claudio Gandelman em entrevista à Info Online.
Segundo a empresa, 8% da base de usuários do ParPerfeito, cerca de 1,5 milhão de pessoas, são evangélicos.
Fonte: Baguete online
De olho nos 26 milhões de brasileiros que fazem parte de alguma divisão evangélica, o site cobrará pela troca de mensagens entre usuários. Apenas o cadastro do perfil será gratuito.
Usuários do Divino Amor não podem procurar por parceiros do mesmo sexo ou por pessoas casadas, além disso as pessoas de cada “grupo” evangélico são diferenciadas.
“Dentro do público evangélico, há uma série de denominações. As pessoas gostam de se relacionar com gente da sua própria denominação, então, quem é da Assembléia de Deus vai se relacionar com pessoa da Assembléia de Deus, e assim por diante”, afirmou o presidente do grupo Claudio Gandelman em entrevista à Info Online.
Segundo a empresa, 8% da base de usuários do ParPerfeito, cerca de 1,5 milhão de pessoas, são evangélicos.
Fonte: Baguete online
domingo, 11 de outubro de 2009
Intensa relação: Assessor de Imprensa e Jornalista
O relacionamento entre assessores e jornalistas continua em pauta. O livro de Rodrigo Capella, "Assessor de Imprensa - fonte qualificada para uma boa notícia", por meio de uma extensa pesquisa literária e de campo, apresenta os principais pontos que norteiam essa relação. A professora-doutura Marli dos Santos, coordenou o livro que é o resultado de uma tese do jornalista para sua pós-graduação.
O livro aponta que ainda temos caminhos a percorrer em busca da relação ideal assessor-jornalista. Entre as principais conclusões é possível verificar que o assessor de imprensa deve ser uma extensão da redação, dando o apoio necessário ao jornalista. É fundamental conhecer a rotina dos veículos e saber o momento exato para abordá-los. O domínio de informações completas e corretas também é muito importante para gerar credibilidade uma vez que atualmente o jornalista não possui muito tempo para checá-las. A relação preza muito pelo profissionalismo, por isso não se deve valer de “jabás” para a redação, assim como não se deve insistir com o colega ou mentir para conseguir um espaço no jornal.
O livro aponta que ainda temos caminhos a percorrer em busca da relação ideal assessor-jornalista. Entre as principais conclusões é possível verificar que o assessor de imprensa deve ser uma extensão da redação, dando o apoio necessário ao jornalista. É fundamental conhecer a rotina dos veículos e saber o momento exato para abordá-los. O domínio de informações completas e corretas também é muito importante para gerar credibilidade uma vez que atualmente o jornalista não possui muito tempo para checá-las. A relação preza muito pelo profissionalismo, por isso não se deve valer de “jabás” para a redação, assim como não se deve insistir com o colega ou mentir para conseguir um espaço no jornal.
O autor concluiu que, aproximadamene, 85% do que é publicado hoje na imprensa vem de Assessoria de Imprensa. "AI e Jornalistas estão cada vez mais parceiros, um dependente cada vez mais do outro. A notícia hoje dificilmente é construída sem a colaboração de um assessor de imprensa", afirma Rodrgio Capella.
Rodrigo Capella é assessor de imprensa e escritor. Formado em jornalismo pela Umesp, Capella é pós-graduado em comunicação jornalística, com ênfase em jornalismo institucional, pela PUC-SP. Trabalha com Assessoria de Imprensa desde 2002 e tem experiência em ambiente corporativo, agência de publicidade e entidade classista.
Ficha Técnica:
Título: Assessor de Imprensa – fonte qualificada para uma boa notícia
Autor: Rodrigo Capella
Editora: Clube de Autores
Número de páginas: 157
Preço: R$ 30,35
Peso: 523 gramasEdição: 1 (2009)
Pesquisa da Abracom revela: agências ainda estudam a melhor forma de usar a comunicação digital
Para entender como está o uso da comunicação digital entre seus membros, a Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom) realizou uma pesquisa com 191 funcionários de 61 diferentes agências de publicidade, relações públicas (RP) e profissionais do setor. Os resultados do estudo revelaram que os comunicadores estão atentos às ferramentas da internet, pois 88% dos entrevistados afirmaram conhecer de ‘moderado a muito’ o conceito de comunicação digital.
No entanto, Ciro Reis, presidente da Abracom, fez ressalvas quanto à atuação das agências na rede. “As empresas em geral ainda estão aprendendo, mas o processo para atender à demanda do mercado digital está sendo rápido. Precisamos desmistificar a questão digital. Existe um impacto no mercado, mas é uma plataforma adicional à comunicação e uma das variáveis para a comunicação corporativa moderna”, explica o diretor.
De acordo com o estudo, os serviços mais oferecidos pelas agências são, sobretudo, o desenvolvimento e a produção de conteúdo para blogs e o monitoramento de redes sociais. A pesquisa ‘Comunicação digital – Conceitos e práticas da comunicação digital nas agências’ mostrou também que há um predomínio de jovens trabalhando nas empresas do setor: 85% têm menos de 40 anos, sendo que 57% estão entre 18 e 30 anos. Segundo Eduardo Vasques, coordenador do Grupo de Estudos de RP Digital da Abracom, há um choque de gerações nas empresas. “O conhecimento da rede está nas mãos dos jovens, e esse é um movimento natural, pois eles arriscam muito mais”, comentou Vasques, que se declarou contra os bloqueios de redes sociais em ambientes corporativos. “Não adianta nada. O melhor caminho é a orientação para o uso com bom senso, que é algo que falta ao mercado brasileiro”.
De acordo com o levantamento, as agências estão permitindo essa prática no ambiente profissional: 89% dos entrevistados dizem que podem acessar redes sociais onde trabalham, e 87% utilizam pelo menos o MSN, comunicador instantâneo.
Fonte: Portal Nós da Comunicação
No entanto, Ciro Reis, presidente da Abracom, fez ressalvas quanto à atuação das agências na rede. “As empresas em geral ainda estão aprendendo, mas o processo para atender à demanda do mercado digital está sendo rápido. Precisamos desmistificar a questão digital. Existe um impacto no mercado, mas é uma plataforma adicional à comunicação e uma das variáveis para a comunicação corporativa moderna”, explica o diretor.
De acordo com o estudo, os serviços mais oferecidos pelas agências são, sobretudo, o desenvolvimento e a produção de conteúdo para blogs e o monitoramento de redes sociais. A pesquisa ‘Comunicação digital – Conceitos e práticas da comunicação digital nas agências’ mostrou também que há um predomínio de jovens trabalhando nas empresas do setor: 85% têm menos de 40 anos, sendo que 57% estão entre 18 e 30 anos. Segundo Eduardo Vasques, coordenador do Grupo de Estudos de RP Digital da Abracom, há um choque de gerações nas empresas. “O conhecimento da rede está nas mãos dos jovens, e esse é um movimento natural, pois eles arriscam muito mais”, comentou Vasques, que se declarou contra os bloqueios de redes sociais em ambientes corporativos. “Não adianta nada. O melhor caminho é a orientação para o uso com bom senso, que é algo que falta ao mercado brasileiro”.
De acordo com o levantamento, as agências estão permitindo essa prática no ambiente profissional: 89% dos entrevistados dizem que podem acessar redes sociais onde trabalham, e 87% utilizam pelo menos o MSN, comunicador instantâneo.
Fonte: Portal Nós da Comunicação
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